É preciso aprender a construir a restauração da família

Olá amados tudo bem ?

No artigo de hoje  vamos falar sobre  RESTAURAÇÃO FAMILIAR E EXEMPLOS BÍBLICOS DE RECONCILIAÇÃO e nos VÍDEOS de hoje podemos ver relatos de pessoas que tiveram a suas vidas restauradas.

mas antes de ver o VÍDEOS vamos falar um pouco sobre como Construir a restauração da família.

ENTÃO AGORA CHEGA DE ENROLAR E VAMOS LÁ

É preciso aprender a construir a restauração da família

É preciso aprender a construir a restauração da família
É preciso aprender a construir a restauração da família

Construir a restauração da família

Sendo uma realidade dinâmica, o matrimônio está aberto à construção e também às feridas que machucam e atrapalham o crescimento da vida familiar. Algumas situações acabam sendo grandes possibilidades de ruptura, mas também, podem se transformar em momentos de graça e de vida plena. É preciso aprender a construir a restauração da família.

É preciso assumir uma missão muito especial: a reconstrução, restauração e a recuperação de casamentos feridos e debilitados, que geram famílias estragadas, desunidas e machucadas.

A raiva é a emoção mais difícil de se trabalhar

Um dos elementos que precisam ser trabalhados, de modo correto e sereno, refere-se a tudo aquilo que provoca a raiva.

A raiva é a emoção mais difícil de se trabalhar. Ela tende a tomar conta de nossas vidas, empurrar-nos e levar-nos a dizer e a fazer coisas que, em condições normais, provavelmente julgaríamos repugnantes e até inconcebíveis.

Na vida conjugal e familiar, a raiva tem um poder amplamente destruidor. Quando não resolvida, torna-se a ameaça “número um” dos relacionamentos.

Quanto mais o tempo passa, mais grave torna-se o problema. A raiva não sara quando se casa. Se acontecer de se transformar em fúria “caminho natural da raiva não resolvida” ela não poderá mais ser controlada. Um dia, explode.

  A raiva é como uma infecção que afeta a família inteira.

Além de ser doença, é geradora de muitas enfermidades: violência física, psíquica e espiritual; depressão; alcoolismo e outras dependências químicas; comportamento agressivo; indiferença e distanciamento. Se não for resolvida adequadamente, a raiva não vai embora nem simplesmente desaparece.

Ela se mantém escondida e vai se tornando cada vez mais venenosa com o tempo. Quando domina uma família, a raiva provoca o distanciamento de todos os seus membros. Um passa a evitar o outro, e não se compartilham mais as emoções bonitas e renovadoras de esperança e de compromisso familiar.

Desse silêncio pode nascer a indiferença, maior alimentadora da raiva ignorada e sufocada.

De onde vem a minha raiva?

A raiva é, até certo ponto, natural na vida conjugal e familiar. Dificilmente uma família conseguirá conviver de modo tão harmonioso que nunca vá fazer a experiência de momentos geradores de raiva. 

E não adianta esconder o que se sente. O grande desafio é aprender a trabalhar com a raiva, aprender a expressá-la de forma construtiva. 

Para trabalhar com a raiva, é necessário se perguntar: “De onde vem minha raiva? Será que estou distorcendo ou aumentando as coisas, fazendo-as parecer muito maiores do que realmente são?”. 

É preciso aprender a se controlar e a se comunicar. Não alimentar a raiva com pensamentos negativos, hostis e melancólicos. Ninguém está sempre certo ou completamente errado. É preciso aprender a ceder de vez em quando.

Contudo, ninguém saberá ceder de vez em quando, se não aprender a ouvir mais e a falar menos. A coisa mais importante para se proteger um amor e restaurar um relacionamento é saber ouvir. 

Quem não sabe ouvir jamais saberá se comunicar e nunca conseguirá experienciar uma intimidade profunda. Aprender a ouvir o outro é um mecanismo absolutamente necessário para vencer e superar a raiva. 

Saber ouvir fortalece o relacionamento, porque se aprende a valorizar o outro. Só quem sabe o valor que o outro tem, aprenderá a ouvi-lo com amor e respeito.

RESTAURAÇÃO FAMILIAR

RESTAURAÇÃO FAMILIAR
RESTAURAÇÃO FAMILIAR

 

Deus deseja sarar as famílias! Penso que esta é uma das mais belas expressões da reconciliação. Em sua carta aos coríntios, o apóstolo Paulo falou sobre reconciliação familiar:

“Ora, aos casados, ordeno não eu, mas o Senhor, que a mulher não se separe do marido (se, porém, ela vier a separar-se, que não se case, ou que se reconcilie com seu marido), e que o marido não se aparte de sua mulher”. (1 Coríntios 7.10,11)

Deus não se agrada do divórcio. Na verdade, a Bíblia diz em Malaquias 2.16 que Ele detesta o divórcio. Embora, haja situações em que o divórcio seja inevitável, as Escrituras nos mostram que a atitude do cônjuge cristão não é a de aproveitar para sair correndo reconstruir a vida com outra pessoa, mas manter-se aberto à reconciliação.

Um milagre que o Senhor deseja operar na vida de pessoas que tiveram seu relacionamento destruído é este! Não é algo automático, da noite para o dia, envolve muitos concertos e acertos, mas é algo glorioso. 

Por muitos anos tenho sido uma testemunha ocular de inúmeros lares e famílias que foram restauradas pelo poder de Deus e mediante sua Palavra.

 O Senhor declarou que usaria a vida de pessoas para promover este tipo de ministério. Referindo-se ao ministério de João Batista, que foi comparado ao profeta Elias pelo tipo de seu ministério, Deus disse:

“Ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha e fira a terra com maldição”. (Malaquias 4.6)

Deus deseja converter corações que estão endurecidos e d
istanciados pela mágoa e ressentimento. O Senhor deseja sarar relacionamentos familiares. 

A Bíblia nos mostra isto em vários exemplos bíblicos de reconciliação familiar.

EXEMPLOS BÍBLICOS DE RECONCILIAÇÃO

A parábola do filho pródigo, contada por Jesus em Lucas 15.20-24 é um exemplo disto. Aquele filho traiu e abandonou seu pai e família.

 Depois de ter perdido tudo, volta arrependido, esperando ser recebido como um empregado, imaginando ser impossível voltar a ter o mesmo relacionamento de outrora.

Contudo, aquele pai amoroso, à semelhança do que Deus faz conosco, recebe aquele filho de braços abertos, com todas as honrarias possíveis. 

Este é um quadro daquilo que Deus deseja fazer em sua família, ou que, através de sua vida Ele deseja fazer na família dos outros. Encontramos no Velho Testamento uma história de contenda entre dois irmãos:

“Passou Esaú a odiar a Jacó por causa da bênção, com que seu pai o tinha abençoado; e disse consigo: Vêm próximos os dias de luto por meu pai; então, matarei a Jacó, meu irmão.” (Gênesis 27.41)

Devido ao ódio de seu irmão Esaú, Jacó é obrigado a fugir de casa para preservar sua vida (Gn 27.42-45). Jacó acabou passando cerca de vinte anos distante, mas ao regressar, ainda temia seu irmão. 

E orou ao Senhor, pedindo que intervisse naquela situação. E o resultado foi semelhante ao que o Senhor deseja produzir nos familiares ressentidos de nossos dias:

“Então, Esaú correu-lhe ao encontro e o abraçou; arrojou-se-lhe ao pescoço e o beijou; e choraram.” (Gênesis 33.4)

Somente Deus pode mudar corações amargurados e promover o perdão. 

Lemos também acerca de José e seus irmãos, uma família que conheceu a divisão (e posteriormente a restauração e o perdão):

“Tendo José dezessete anos, apascentava os rebanhos com seus irmãos; sendo ainda jovem, acompanhava os filhos de Bila e os filhos de Zilpa, mulheres de seu pai; e trazia más notícias deles a seu pai.

 Ora, Israel amava mais a José que a todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice; e fez-lhe uma túnica talar de mangas compridas. Vendo, pois, seus irmãos que o pai o amava mais que a todos os outros filhos, odiaram-no e já não lhe podiam falar pacificamente. Teve José um sonho e o relatou a seus irmãos; por isso, o odiaram ainda mais.” (Gênesis 37.2-5)

A Bíblia nos conta que por causa destas diferenças, os irmãos de José o venderam como escravo a uma caravana de mercadores que ia ao Egito (Gn 37.28). 

Anos se passaram, e por fim se cumpriram os sonhos que Deus dera a José e ele so tornou o Governador de todo o Egito.

 Mas quando reencontra seus irmãos que foram atrás de comida, não decide se vingar, mas perdoa e os chama à restauração do relacionamento:

“Disse José a seus irmãos: Agora, chegai-vos a mim. E chegaram-se. Então, disse: Eu sou José, vosso irmão, a quem vendestes para o Egito. 

Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos irriteis contra vós mesmos por me haverdes vendido para aqui; porque, para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós.” (Gênesis 45.3,4)

Não acredito que haja tantas histórias de restauração familiar na Bíblia sem motivo algum. 

Penso que Deus deseja encher nosso coração de fé naquilo que Ele pode e quer fazer. Sei que as pessoas podem usar de seu livre-arbítrio para decidirem separar-se sem nunca mais desejar estar juntas.

 Mas muitas vezes isto só acontece por interferência espiritual maligna, e este quadro pode ser revertido.

Jesus falou que veio dividir uma casa (Lc 12.51-53). Com isso ele se referia àqueles lares em que uns se converteriam e outros não, e deixou claro que deveríamos colocá-lo em primeiro lugar, mesmo antes dos relacionamentos familiares.

 Se for necessário escolher entre Jesus e algum familiar, sem dúvida devemos optar por ele. Por outro lado, vemos várias famílias sendo alcançadas conjuntamente no livro de Atos, o que nos mostra o plano e a intenção de Deus para as famílias. Se pudermos ter Jesus e a família juntos, melhor ainda!

nos VÍDEO de hoje podemos ver relatos de pessoas que tiveram a suas vidas restauradas.

*ATENÇÃO*

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